Seria egoístico não se deixar levar por nossas próprias emoções? Não falo em agir impulsivamente, mas sim em confiar um pouco mais em nossa intuição, no que vem de dentro.
Eis que os medos e questionamentos começam a tomar forma no instante em que estamos diante de algo inédito, e põem em risco o fluxo dos acontecimentos.Ao interrompermos impulsos do coração, nos colocamos à prova da razão. Involuntariamente sofremos às custas dessa posição ou, então, não sofremos, mas lamentamos amargamente com a idéia de nunca ter tentado.
Todos, por natureza, têm medo. Medo das coisas mais inóspitas e simplórias às mais grandes. Esse medo impede tantos acontecimentos, e interfere em chances que talvez viriam a nos engrandecer.
Não há como subjulgar os fatos e simplismente acreditar que tudo vai transcorrer da melhor forma, sempre existem riscos. Mas há como dar oportunidade às oportunidades que nos aparecem. Há como se permitir viver coisas diferentes. Essa permissão nos conduzirá, aos poucos, em meio a opiniões e julgamentos, ao que nos submetemos acreditar.
Ao nos depararmos com a novidade e com o medo, simultaneamente, sentiremos o que é certo a fazer. Decidiremos ouvir um pouco melhor nosso interior. Se for para valer a pena ele manda um sinal e pronto, tudo resolvido!
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